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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

As virgens Marias

Toda pessoa que tenha formação cristã conhece a História da Virgem Maria que deu luz a uma criança, uma criança que era filha de Deus que se fez homem na Terra. Essa história é difundida pelos cristão como um milagre que trouxe o filho de Deus para Terra. Toda criança, mesmo não sendo religiosa, mas que foi educada por cristãos, sabe dessa história.

Os cristão difundem suas crenças como se essa história fosse única e exclusiva da religião cristã, mas fazendo uma pesquisa em outras religiões mais antigas e de culturas diferentes, se descobre que essa história não é exclusiva do cristianismo. Entre as culturas que encontramos a história de uma virgem que deu luz ao filho de Deus temos: os egípcios (Horos filho Isis), os gregos (Attis filho da virgem Nana), os Persas (Mithra nasceu da virgem Aúra-Masda), etc.

Horos (Egito)
Mithra (Pérsia)
Attis (Grécia)

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Três ideias sobre doutrinação e “ideologia de gênero” na escola que são falsas

Em tempos de debate político, informações erradas circulam nas redes sociais sobre educação; entenda o que elas significam de fato
 

sexta-feira, 6 de julho de 2018

'Em Cuba, aprendemos o lado humano da medicina'

por Deutsche Welle — publicado 06/07/2018 00h15, última modificação 05/07/2018 16h02

Em Havana, a sergipana Sandra Glaucia da Conceição realizou o sonho de estudar medicina. Com o Mais Médicos, veio a oportunidade de retornar ao Brasil


'Fazer esse trabalho é maravilhoso. A população já me conhece. Sou médica da cidade', diz Sandra

Por Clarissa Neher

Na Unidade Básica de Saúde do centro de São Cristóvão, crianças, jovens e idosos aguardam pacientemente para serem atendidos pela médica Sandra Glaucia da Conceição. Muitos dos que esperam fazem questão de serem examinados apenas por ela, que chegou ao município sergipano em 2013 pelo programa Mais Médicos.

Desde então, Sandra, de 39 anos, trabalha na Unidade Básica de Saúde Jânio Teixeira de Jesus, numa região carente do município, o quarto a ser fundado no Brasil. Ela se formou em Cuba e morava na Argentina quando viu no Mais Médicos a oportunidade de voltar a sua terra natal.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Das senzalas à TV, o racismo naturalizado


Por Laurindo Lalo Leal Filho, na Revista do Brasil:

Um jornalista da Rede Globo diz com todas as letras que a buzina de um carro nas proximidades do local onde realizava uma entrevista “era coisa de preto”. Outro, colocado pelo governo golpista no cargo de presidente da Empresa Brasil de Comunicação, divulga em pleno horário de trabalho mensagens racistas através da internet.

Parecem fatos isolados, originários de comportamentos individuais doentios. Mas não são. Refletem o racismo arraigado em amplos setores da sociedade que volta e meia vem à tona fazendo-nos lembrar que mais de 300 anos de escravidão não se apagam tão facilmente.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Os Nossos Heróis do Dia a Dia!!!

Aqui, no Nordeste, é comum as pessoas exaltarem Lampião como herói ou bandido e os argumentos considerados não se repete de um Estado para outro. Muitos falam que ele é um herói por que tinha muita coragem, outros que perseguia os coronéis da região e tem aqueles que o consideram um bandido. O fato é que o grupos de cangaceiros (não só o de Lampião) estavam em guerra constante com os chamados "Homens da volante" e que ambos eram grupos extremamente violentos.


terça-feira, 11 de julho de 2017

A FÁBRICA DE BANDIDOS

Por Antônio Carlos Vieira

Observando a, situação atual, distribuição da população brasileira em relação a educação, terras e riquezas fica a seguinte pergunta: por que a grande maioria dos descendentes de africanos e dos nativos (índios) não tem terras para plantar, são maioria no grupo dos analfabetos, maioria dos delinquentes e geralmente são maioria no grupos dos desempregados ou possuem empregos de baixa renda? Melhor ainda: por que os fatos históricos que levaram a essa situação nunca são mostrados na imprensa (também nas escolas) e não são levados em consideração quando se combate o aumento dos crimes e aumento do analfabetismo?

quinta-feira, 5 de março de 2015

AS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS

História e Cultura Afro-brasileira e Africana na Educação Básica de Sergipe - Lei nº 10.639/03

Livro com orientação sobre a Lei nº 10.693/03
A sociedade brasileira, de maneira geral, ignora o preconceito velado que existe contra os descendentes africanos, que tiveram e têm uma significativa importância na construção de nosso país, não obstante a Constituição de 1988 ter estabelecido a democratização das relações sociais, determinando que “constitui objetivo fundamental da República promover o bem de todos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação” (Art. 3º, IV)

A existência da lei considerada abstratamente não é suficiente para a construção de uma sociedade mais justa e isenta de toda a forma de preconceito, sendo imprescindível a participação de todos no combate à discriminação e na valorização da educação das relações étnico-raciais.

Aprender sobre o Brasil e sobre o povo brasileiro é aprender a conhecer a história e a cultura de vários povos que aqui se encontraram e contribuíram com suas memórias e tradições culturais, na construção deste país e no fortalecimento das identidades e dos direitos civis.

A Lei nº 10.639/03, que altera o dispositivo da Lei nº 9.394/96, no seu artigo 26, a qual estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, determinou a inclusão, no currículo oficial da rede de ensino, a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Africana”, que constitui, também, uma resposta à demanda da população afrodescendente para que o Estado assuma políticas de ações afirmativas, isto é, políticas de reparação, reconhecimento e valorização da História dessa população. Assim, no que diz respeito à Educação, o país dá um significativo salto na direção de uma mudança qualitativa nos seus Sistemas de Ensino.

Os educadores devem compreender o presente manual como um guia cuja finalidade é oferecer sugestões que possam subsidiar as atividades sobre a temática da história e cultura dos afrodescendentes, contemplando nos currículos escolares as diversidades cultural, racial e social brasileiras. Isso significa destacar as diferenças étnico-raciais que estão postas, tanto na escola, como na sociedade, com espírito crítico, incentivando a reflexão e o combate ao racismo.

Equipe de DED/NEDIC  
Secretaria de Educação do Estado (SE)

domingo, 18 de maio de 2014

SOLTANDO OS NEGROS E LIBERTANDO OS ANIMAIS

É muito comum assistirmos nos diversos programas, principalmente de televisão, sobre ecologia, vermos animais serem libertos para manutenção da espécie. Em alguns desses programas passam os procedimentos e critérios para se soltarem esses animais em seu ambiente natural.

A grande maioria desses animais são apreendidos entre pessoas que: criam os animais sem os devidos tratos (as vezes sem autorização dos órgãos competentes), vendedores inescrupulosos e até mesmo entre traficantes internacionais. Grande parte desses animais, quando da apreensão, estão em estado de saúde debilitados devidos aos maus tratos.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Centro e periferia desigualdades educacionais

Por todo o país e mesmo dentro de uma única cidade, se multiplicam as diferenças entre as escolas, inclusive  da mesma rede. Pode ser que umas apresentem melhor infraestrutura e mais acesso a serviços do que utras.  

O projeto político-pedagógico e o corpo docente podem ser diferenciados. Mas, mesmo que algumas diferenças sejam naturais, o problema é quando se tem, na verdade, desigualdades que afetam o desempenho dos alunos. 

Um grupo de pesquisadores do Centro de Estudos da Metrópole (CEM), de São Paulo, começou a se questionar, em 2000, se essas desigualdades poderiam ser produzidas de acordo com a localização da escola: no centro ou na periferia, ou, mais especificamente, em regiões com alta concentração de pobres, mais heterogêneas e mais ricas. Diferentes estudos têm mostrado que existem sim diferenciais significativos entre escolas públicas. As notas do Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo) de 2003 mostram, no caso das provas de Língua Portuguesa na 4a série, que a média de desempenho é maior nas áreas centrais. 

O primeiro passo da pesquisa do CEM foi fazer um grande mapeamento de escolas de Educação Básica estaduais, municipais e privadas da Grande São Paulo, além fazer estudos de oferta e demanda de vagas. “O que descobrimos, nesse primeiro momento, é que a escola de Ensino Fundamental está muito universalizada”, conta o cientista social Haroldo Torres. Já sabemos que esse é um fenômeno recente. E será que a escola está preparada para garantir a mesma qualidade de ensino em diferentes regiões e para crianças de diferentes classes sociais? 

Uma questão central que o estudo procura compreender é até que ponto as instituições educacionais e a atitude dos professores e profissionais da Educação podem ou não induzir as desigualdades. O CEM realizou uma pesquisa, em 2004, entre a população adulta 40% mais pobre da cidade para identificar por que é diferente ser pobre em uma região rica e em uma pobre. 

Foram observados dois indicadores que influenciam o desempenho escolar das crianças: infra-estrutura e serviços associados ao ensino (merenda escolar, transporte, uniforme, biblioteca, computadores) e o tempo de permanência na escola. Quanto aos serviços, percebeu-se que tanto no centro como na periferia, em geral, os alunos têm acesso a eles. 

Os benefícios estão mais condicionados ao fato de a escola ser municipal  ou estadual. Já quando se olha para o tempo de permanência, as escolas de periferia, em média, apresentam mais turnos e crianças chegam a ficar menos de 4 horas no local. 

Outro momento da pesquisa foi entrevistar os professores de 1a a 4a série das redes estadual e municipal. Desse levantamento surgiram questões que ainda serão confirmadas com uma pesquisa quantitativa - já em andamento -, mas que são geradoras de um debate interessante. “Observamos que há uma frequência muito maior de professores substitutos e temporários em escolas da periferia”, conta Haroldo. 

Aí entra o mecanismo do concurso público, que, de acordo com o pesquisador, é um processo justo, democrático e meritocrático, mas que pode ter efeitos problemáticos. Os melhores classificados escolhem a escola de sua preferência, que tenha um bom ambiente de trabalho (segundo avaliação pessoal) e seja perto da sua casa. Além disso, os contratados podem pedir remoção depois de um ano. 

Muitas escolas das áreas periféricas acabam recebendo professores com pior classificação nos concursos e 
menos experientes. Com uma rotatividade tão grande de profissionais (se incluem diretores, coordenadores 
e supervisores), como construir um projeto pedagógico consistente? 

“Os professores dão depoimentos de falta de estrutura na escola, falta de projeto pedagógico e até da figura do diretor nem sempre presente. Mas a gente sabe que existem exceções muito importantes, em todas as questões abordadas”, relata Haroldo. 

Outro depoimento relevante que colheram foi o de episódios de preconceito contra crianças pobres e regras. No artigo Educação na periferia de São Paulo: ou como pensar as desigualdades educacionais?, os autores dizem que “esse aluno [negro, pobre e residente em favelas ou na periferia] já parece estar fadado a um baixo desempenho ao entrar no sistema escolar, condenado à priori por aquele que o deveria acolher e educar”. Haroldo Torres enfatiza que de nada adianta apenas culpabilizar o professor. O mais importante seria pensar em políticas que o preparem para lidar com crianças de outras origens sociais. 

É importante perceber que as desigualdades de desempenho escolar vão muito além das características individuais dos alunos. Todos os que eram alvo da pesquisa eram pobres, muitos tinham pais com pouca ou nenhuma escolaridade, mas frequentavam instituições muito diferentes entre si, por estarem localizadas em regiões diferentes da cidade. 

Os pesquisadores chegam em um quadro que chamam de “paradoxos da universalização”. 

Por que mantém-se, por exemplo, as mesmas regras de distribuição de recursos e alocação de profissionais para todas as escolas, sem considerar as necessidades reais de cada uma? 

Como você, professor, vê a questão da diferenciação entre as escolas?

É possível compensar as desigualdades com um outro tratamento a escolas de áreas?

Por: Amanda Polato

Texto retirado do jornal GAZETA VALEPARAIBANA

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

A briga pelas cotas nas universidades públicas


    O assunto do momento é o problema das cotas na universidades. Tem muito aluno, que estudava em escola particular, se dizendo prejudicado pelo sistema de cotas da universidade e que o direito de entrar na universidade tem que ser iguais. Não pode haver discriminação. O estranho é que o direito a escola pública de qualidade é igual para todos e esses alunos simplesmente abriram mão desse direito (não reivindicaram) e preferiram gastar dinheiro estudando em escolas particulares (questão de status?).

      Os alunos das escolas particulares nunca se preocuparam em saber como funciona e como vai o estado de ensino nas escolas públicas de ensino fundamental. Alias, do jeito que a escola pública funciona beneficia e facilita a entrada desses alunos na universidade, já que irão competir com alunos despreparados devido a qualidade inferior do ensino básico nas escolas públicas.

      Só que agora a universidade limitou metade das vagas para o estudantes oriundos das escolas públicas e a outra metade pra os alunos das escolas particulares. Agora, os pais e alunos das escolas particulares perceberam que os direitos são iguais e entraram na justiça exigindo direitos iguais conforme prega a constituição. Na vida real as pessoas não tem os mesmos direitos e todo mundo sabe disso.

      O estranho é que a escola pública é controlada justamente pela parte da sociedade que estuda nas escolas particulares. Vamos explicar melhor o assunto: quem são as pessoas responsáveis pelas administração e funcionamento das escolas públicas e consequentemente responsáveis de garantir o direito de ensino de qualidade para todos (inclusive para os alunos de escolas particulares)?

Pra responder é só olharmos pelos poderes constituídos: no poder executivo temos governador, secretários, diretores de departamentos e escolas, no poder judiciários temos juízes, desembargadores, defensores públicos, etc e no poder legislativos temos Deputados Federais, Deputados Estaduais, vereadores e Senadores. Todo esse pessoas é considerado da classe media e tem uma pergunta bem simples: quantos desses cidadãos tem seus filhos estudando em escolas publicas do ensino básico?

     Pra clarear mais o assunto tem outra pegunta: o Conselho de Educação é composto por membros em suas maioria provenientes das Escolas Públicas?

      Mas, a pergunta mais inquietante é : se as pessoas responsáveis de melhorar o ensino básico das escolas públicas tem os seus filos estudando nas escolas particulares por que iriam se preocupar em melhorar o ensino público?

Se a pessoas ir a fundo no caso irá perceber que os alunos provenientes das escolas particulares estão exigindo direitos iguais para entrar na universidades por que não tem como pagar uma mensalidade de um curso de medicina nas Universidades Particulares. Agora eles estão sentindo-se discriminado por não terem acesso ao ensino público por problema financeiro iguais aos alunos pobres que não podem estudar em escolas particulares.

      Claro que a pessoas pode sair dizendo que os pobres passem a exigir um ensino público de qualidade. Só que tem um detalhe: o pobre quando faz manifestação é qualificado de baderneiro e vagabundo, pra entrar na justiça não tem dinheiro pra contratar advogado, os agentes públicos responsáveis pela melhoria do ensino público tem seus filhos estudando em escolar particulares e não estão preocupados com os filhos dos outros e sem falar que o ensino de qualidade inferior nas escolas públicas beneficiam seus próprios filhos que terão uma concorrência menor nos vestibulares e concursos públicos para preenchimento dos empregos na administração pública e empresas estatais.

      Esse tipo de organização nas escolas garante que as estruturas sociais permaneçam inalteradas durante o passar dos tempos.

Antônio Carlos Vieira
Licenciatura Plena - Geografia

TEXTO REPLICADO DESTE ENDEREÇO:
http://carlos-geografia.blogspot.com.br/2010/03/briga-pelas-cotas-nas-universidades.html

sábado, 23 de junho de 2012

INFLUÊNCIA DOS POVOS NA CULTURA BRASILEIRA

Por: Antônio Carlos Vieira

Falta de conhecimento ou discriminação!

Nos livros didáticos consta que a formação do povo brasileiro se deu por influência do negro (nativo africano) do índio (nativo americano) e dos portugueses. Posteriormente vieram se somar a nossa populção: alemães, espanhóis, holandeses, poloneses, italianos, japoneses, coreanos, etc.

A impressão que fica é que a influência dos nativos americanos (índios) e nativos africanos (negros) foi menor por se tratar de apenas dois povos!. 

Esta impressão é reforçada pelos grandes meios de comunicação que mostram nossos nativos e os africanos de forma homogênea. Os índios são mostrados como fossem iguais em todo o território nacional e os negros como se tivessem vindo de um único país com uma única cultura.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Procurando a Superioridade (atualizado)

Por Antônio Carlos Vieira

Neste final de semana estava eu no Shopping Center (Central de Vendas) e tomei um susto ao parar em frente a uma loja de vender roupas. Em cima de um tabuleiro com diversas camisas da "POOL" tinha uma tabuleta escrita “TO SALLES”. Um adolescente (aparentando uns 16 anos de idade) olhou e falou: engraçado, antigamente quando se vendia um produto se colocava a tabuleta escrito “VENDIDO”, no produto, e agora se escreve o nome do comprador!!!! Resolvi dar uma volta e encontrei uma outra loja que também vendia roupas, na entrada tinha um cartaz com a seguinte propaganda “use xxx é FASHION é moda” (traduzindo daria "Use xxx é MODA é MODA" !!!!!). Se for relacionar os nomes das lojas escritos em Inglês ou Francês iria ficar muito extenso!!!

Foi então que passei a lembrar de alguns causos (atualmente se usa a palavra CASOS): quando foi aprovado e regulamentado a Lei sobre as Centrais de Atendimento Telefônico, no dia seguinte, eu estava passando em frente a um bar e escutei durante o Jornal Nacional (Rede Globo) : foi regulamentada a lei das “CALL CENTER” (se pronuncia Cou center)!!! Outro fato de foi o Jornal O Globo OnLine, e até mesmo na campanha pra presidente,  se escrever o nome do Brasil escrito desta maneira BRAZIL!!! Onde trabalho esta em andamento a organização de um “WORK SHOP” (amostra de trabalhos)!!!


Em uma conversa que tive com uma professora, de Inglês, eu perguntei :por que se comemorava o “HALLOWEEN” (Dias das Bruxas) em algumas escola particulares do Brasil? Ela me respondeu que precisamos conhecer outras culturas pra melhorar a nossa (cultura)!!! Então eu tornei a perguntar: e para conhecer as outras culturas é necessário se comemorar os dias festivos dessas outras culturas? Para um professor de Geografia perguntei :porque, cada vez mais, as pessoas estão incorporando tantas palavras inglesas ao nosso vocabulários? Ele me respondeu que as pessoas estão ficando mais inteligente e estão tentando aprender um idioma que seja mais fácil (eu não concordo com isso). Então ironizei fazendo outra pergunta: quer dizer que o sujeito pra se achar mais inteligente tenta aprender um idioma mais fácil? E tornei a perguntar: misturar os dois idiomas não irá tornar a coisa ainda mais difícil? Nós dois casos, dos professores, percebi que ambos deram uma respostas tentando esconder que valorizam mais o que os pessoas de outros países fazem do que nós próprios brasileiros fazemos e pensamos.
Adesivo utilizado nas eleições presidenciais do Brasil
Na minha opinião os principais fatores que as pessoas se utilizam de tantas palavra de idiomas estrangeiros (principalmente o Inglês) se dá pelos motivos:

a) por que acha que é bonito.

b) se sentem inferiorizado e por isso tentam falar e imitar costumes de países, do chamado Primeiro Mundo pensando, pensando que irão se tornar um cidadão mais superior (o tal problema do complexo de inferioridade do povo brasileiro).

c) a influências dos sistemas de informática, onde a grande maioria dos sistemas de informação e manuais utilizados são escritos, na sua grande maioria, em inglês.


Depois de se chamado de chato (várias vezes) e ter escrito esses texto também chato, só tenho a dizer até (aqui no Nordeste ainda se utiliza o inté) ou deveria dizer BYE BYE?
Depois de muito tempo encontrei este vídeo de um baiano chateado:



Texto relacionado:

TEXTO ORIGINAL NESTE ENDEREÇO: