quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Opinião: melhor forma de combater a violência nas escolas é promover a paz

É preciso compreender as causas das violências e adotar ações com vistas à convivência democrática na diversidade


Por Macaé Evaristo

A escola pública é uma política de promoção da cidadania de caráter universal, inclusivo. Isso implica uma educação provedora, acolhedora e, sobretudo, transformadora para que o exercício pleno dos deveres e direitos seja de fato uma conquista de todos.

Segundo a edição de 2016 do Mapa de Violência, jovens, no intervalo de 15 a 29 anos de idade, representaram quase 60% das vítimas de homicídios por arma de fogo no Brasil no período de 2003 a 2014, embora essa faixa etária representasse não mais do que 27% da população total. Também de acordo com o Mapa da Violência, a incidência de homicídios entre pretos e pardos é quase o triplo da verificada na população branca.

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

O vício em smartphones prejudica profissionais e empresas

Nomofobia é a moléstia psíquica relacionada ao pavor de ser separado de seu smartphone



Novos vícios, novos conceitos. Em tempos de delírios tecnológicos, a psicologia corre atrás, nomeando e investigando patologias emergentes. Nomofobia é a moléstia psíquica relacionada ao pavor que um indivíduo experimenta se separado de seu smartphone.

Foi revelada em 2008, a partir de estudo realizado no Reino Unido, que mostrou que mais de 50% dos usuários de celulares experimentam ansiedade quando perdem o aparelho; e que, entre jovens, o porcentual é ainda maior.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Propostas de educação e ciência do gênio Roger Bacon

por Marcos de Aguiar Villas-Bôas — publicado 08/12/2017 10h28

Roger Bacon criou o método científico ainda na Idade Média e, com uma proposta de educação que seria inovadora hoje, ajudou a reformar a escolástica.

Estátua de Roger Bacon no Museu
 de História Nacional na Universidade
 Oxford
Em outro texto, apresentamos o início da história da educação no Brasil, que, nos primeiros 300 e poucos anos após a chegada dos portugueses, foi ministrada basicamente pelos jesuítas a partir do antiquado método escolástico. No século XIX, empregou-se o método Lancaster por um curto período.

Enquanto isso, entre 1500 e 1900 na Europa aconteciam grandes avanços, não acompanhados no Brasil, a partir de autores como Erasmo de Roterdã, Michel de Montaigne, Jean-Jacques Rousseau, Johann Heinrich Pestalozzi e Hippolyte Léon Denizard Rivail.

Pouco se fala, contudo, a respeito de um frade franciscano da Idade Média que criticou muito os dogmas, a aceitação de hipóteses sem provas, os excessos do clero e a escolástica.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Das senzalas à TV, o racismo naturalizado


Por Laurindo Lalo Leal Filho, na Revista do Brasil:

Um jornalista da Rede Globo diz com todas as letras que a buzina de um carro nas proximidades do local onde realizava uma entrevista “era coisa de preto”. Outro, colocado pelo governo golpista no cargo de presidente da Empresa Brasil de Comunicação, divulga em pleno horário de trabalho mensagens racistas através da internet.

Parecem fatos isolados, originários de comportamentos individuais doentios. Mas não são. Refletem o racismo arraigado em amplos setores da sociedade que volta e meia vem à tona fazendo-nos lembrar que mais de 300 anos de escravidão não se apagam tão facilmente.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Consumidores mirins e a infância perdida

Por Renata Mielli, no site Mídia Ninja:
É chover no molhado dizer que vivemos em um mundo que está assentado no consumo. Tudo o que fazemos, queiramos ou não, começa ou termina consumindo bens e serviços. Não somos mais pessoas, somos consumidores.

E nesta sociedade do consumo os meios de comunicação de massa (televisão, rádio, jornais, revistas e inclusive a internet) são os grandes vendedores de produtos, serviços e mais: nos vendem um padrão de beleza e comportamento, nos vendem modos de pensar.

Para consumir é preciso de dinheiro, e para ter dinheiro, temos que trabalhar. E o que acontece com as crianças???? Bom, elas deveriam estar na escola. Mas no Brasil praticamente não há escolas públicas em tempo integral, não há uma rede pública de cuidado e as crianças são criadas pela televisão (e agora cada vez mais pela internet).

domingo, 29 de outubro de 2017

Os portugueses e os preguiçosos

Antes dos invasores europeus chegarem as terras do chamado continente americano, os nativos aqui residentes viviam organizados em diversas tribos, organizados em nações, com níveis diferentes de tecnologia e organização social. Algumas nações tinham os níveis tecnológicos avançados com a produção de artefatos de metais, enquanto outras nações sequer sabiam da existência desses metais.

Em Pindorama (atual Brasil), os nativos ainda não produziam artefatos de metal, apesar de produzirem parte dos alimentos praticando a agricultura. Eles utilizavam artefatos feitos de pedras e grandes ossos de animais como ferramenta para trabalharem a chamada roça, na construção de embarcações (canoas) e construções das moradias (aldeias). Em decorrência da precariedade dessas ferramentas, o trabalho na agricultura era degradante e exigia muita resistência física.

Todo o trabalho de corte, transporte e carregamento dos navios,
com Pau-brasil, eram feito pelos nativos.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

OS IMPOSTOS E OS EMPRÉSTIMOS

Todo cidadão esclarecido sabe que os impostos são pagos pelas pessoas quando compram algum produto ou consomem algum serviço. É comum vermos pessoas (principalmente empresários do comércio) que pagam mais impostos que vários trabalhadores juntos e por isso acham que merecem serem melhores tratados pelos serviços prestados pelo Estado! Se impostos são pagos quando do consumo de algum produto e serviços, quem paga os impostos pagos pelos empresários são os compradores dos produtos e serviços que eles vendem por intermédio das empresas que possuem.

Para impulsionar o consumo, os Estados e municípios, facilitaram a criação de indústrias e empresas dando incentivos fiscais e muitas vezes subsidiando a produção. Mas nem sempre o dinheiro arrecadado pelos impostos são suficientes para financiar a estrutura das industrias e de serviços e o Estado recorre a bancos privados (geralmente estrangeiros) para obter o dinheiro necessário.

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Paulo Freire e a "escola sem partido"

Por Helena Borges, no site The Intercept-Brasil:

Um abaixo-assinado online já tem as assinaturas necessárias para que o Senado Federal discuta a retirada do títulode patrono da educação brasileira dado ao educador e filósofo Paulo Freire. Segundo o pedido, a filosofia de Freire “já demonstrou em todas as avaliações internacionais que é um fracasso retumbante” [sic].

A meta inicial era atingir 20 mil assinaturas em quatro meses, número mínimo exigido para que a proposta se torne uma Sugestão Legislativa, a ser debatida pelos senadores membros da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Mas em apenas um mês, a ideia já conseguiu mais de 21 mil apoiadores.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Brasil, qual o seu nome?

Nos primeiros 30 anos, depois da chamada
descoberta do Brasil, os  portugueses  só
vinham ao Brasil para compra da madeira. 
Nas nossas escolas, é ensinado que o nome de nosso país de Brasil é devido ao grande número de árvores do Pau-Brasil (Caesalpinia schinata) que aqui existia na época do descobrimento e conseqüente colonização. É bom ficar claro que: o nome Brasil já existia antes da chegada dos portugueses, que os franceses e piratas de várias nacionalidades já costumavam freqüentar nosso litoral fazendo escambo (troca) com os nativos da região e a mercadoria preferida era justamente o Pau-Brasil.

Antes da chegada dos europeus

Uma das coisas que sempre é ocultada, dos nossos alunos e população em geral, era o nome de batismo do Brasil por parte dos nativos (os primeiros brasileiros). Embora os historiadores falem sobre o comércio do Pau-Brasil, eles omitem a existência de outros tipos de árvores, não levam em conta a história e não valorizam a cultura dos povos que já habitavam o Brasil.

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Mentindo mas, falando somente a verdade!!!

 Desde criança . ouço essa frase mas, só fui entender quando já era adulto e estava na metade do curso universitário e já tinha conseguido um emprego no Banco Estatal local.. Como a inflação era alta, o poder de compra dos salários se perdia rapidamente, era comum também as greves, em vários setores, exigindo reposição das perdas salárias.
Esta foto mostra uma das vigas de sustentação de uma das Torres Gêmeas que segundo o Governo Americano foram derrubadas por terroristas usando aviões!!!!  Você acredita que algumas coisa sendo destroçada fica com essa aparência? Elas foram destroças ou cortadas???