sexta-feira, 21 de setembro de 2018

A incrível máquina de escrever digital V

Com o surgimento das máquinas de escrever (Máquinas de Datilografia) o acesso e a circulação de informações em diversas formas de documento aumentou consideravelmente para todos em todas as classe sociais. Foram criadas escolas e ensinados métodos e técnicas que permitiram as pessoas escreverem com exatidão e rapidez. Logo depois vieram as Máquinas de Escrever Elétricas, que na prática não se diferenciavam muito, em termo de uso, das antigas Máquinas de Datilografar, há não ser pelo fato que o retorno e avanço do papel que passou a ser feito por um pequeno motor elétrico, mas os documentos continuaram sendo datilografados em papéis, depois levados para as devidas correções e retornavam para serem reescritos com as alterações. Neste mesmo período começaram a aparecer as máquinas elétricas que gravavam o último texto escrito e foram o ponto de partida para as futuras Máquinas de Escrever Digital ( computadores desktop).

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

A incrível máquina de escrever digital IV

O surgimento dos computadores facilitam o arquivamento dos documentos pessoais que são conhecidos atualmente como banco de dados. As empresas comerciais, serviços públicos, escolas, segurança, etc tem guarda os cadastros dos clientes, alunos, funcionários e seguidores de maneira digital e de fácil e rápido acesso. Esses Banco de Dados ficam em computadores interligados em rede local e internet, podendo ser acessado em qualquer parte da empresa e estando a empresa distribuída por vários locais, cidades ou mesmo países.

A incrível máquina de escrever digital III

Os computadores se modernizaram, mas a tecnologia do momento é a internet e com ela veio o poder de se compartilhar serviços. Com o surgimento do compartilhamento é possível várias pessoas trabalharem, ao mesmo tempo, em um único documento e estando em locais diferentes. Quando falo em locais diferente, as pessoas podem está cada uma em suas casas, até mesmo morando em países diferente e conjuntamente estarem escrevendo no mesmo documento ao mesmo tempo (chama-se trabalhar de maneira colaborativa). Ao final do término do trabalho que cada pessoa é responsável de escrever, o projeto já estará pronto. 

Em um documento compartilhado é possível trabalhar várias
pessoas  ao mesmo tempo e sem necessidade de ficar enviando
papeis arquivos digitais para várias pessoas.
Estranhamente, muitas pessoas ainda continuam fazendo projetos onde uma pessoa cria o documento, depois de escrever a parte que cabe a ela, ela envia esse documento (as vezes em forma de arquivo digital e as vezes imprime e envia) e envia para que os outros participantes do projeto vá adicionando a parte correspondente a cada um. Essa maneira de trabalhar é mais demorada, demanda mais gasto de papéis e funciona como os computadores fossem apenas simples máquinas de escrever e não pudessem se comunicar entre si !

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

A quem interessa o fracasso da educação brasileira?

Coordenadora da Contee reflete sobre como os dados do Ideb podem ser utilizados para reforçar propostas como a Reforma do Ensino Médio


Por Madalena Guasco Peixoto


A notícia foi alardeada em toda a imprensa: nenhum estado conseguiu atingir a meta do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) para o ensino médio. A projeção de nota para essa fase da vida escolar era 4,7, mas a média nacional ficou em 3,8, avançando apenas 0,1 em relação a 2016. Nos últimos anos do ensino fundamental, apenas sete das 27 unidades da federação atingiram a meta 5. No geral, a média foi de 4,7.

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

A incrível máquina de escrever digital II

Antes mesmo do surgimentos dos chamados computadores , apareceram algumas máquinas de datilografar com recursos que serviram de idéia inicial para a criação dos atuais computadores, que foram as Máquinas de Escrever Elétricas.

No início, as máquinas de escrever elétricas foram uma revolução. Tinham um qualidade de escrita impecável e se conseguia corrigir erros de datilografia onde a máquina retornava apagando no máximo uma linha. Mas logo apareceram algumas máquinas que gravavam o último texto digitado e era na realidade uma máquina intermediária entre a antiga máquina de escrever elétrica e os atuais modernos computadores. 

terça-feira, 11 de setembro de 2018

A incrível máquina de escrever digital I

Depois de muitos anos que aposentarem a máquina de escrever, descobri que a maneira de se trabalhar escrevendo documento ainda continua como antigamente. Continua, mas não escrevendo naquelas antigas máquinas de escrever, mas atualmente a grande maioria das pessoas estão utilizando os moderníssimos computadores, que por hora chamo de Máquina de Escrever Digital, por que tem muita gente que usa o computador para escrever os documentos como se estivessem na época das antigas máquinas de escrever!

Existem algumas diferenças básicas que não muda muito o sentido do trabalho feito atualmente com as modernas Máquinas de Escrever Digitais e as antigas Máquinas de Escrever. Entre as várias diferenças, duas se destacam: atualmente as pessoas não fazem mais curso de datilografia e também não escreverem diretamente em um papel físico e sim em um papel virtual que aparece nos chamados monitores.

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Luta contra a BNCC do Ensino Médio mostra a vitalidade popular

Em artigo, coordenador da Contee fala sobre os movimentos contrários à aprovação da BNCC do Ensino Médio


Por José de Ribamar Virgolino Barroso

Já por duas vezes neste ano, audiências públicas que discutiriam a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do Ensino Médio foram canceladas. Na sexta-feira, 10, em Belém (PA), um protesto de professores e estudantes impediu que os conselheiros ocupassem suas mesas e dessem início à audiência. Antes, no dia 8 de junho, a audiência pública programada para acontecer em auditório no Memorial da América Latina, em São Paulo, também foi cancelada, devido a uma intensa manifestação protagonizada por professores e estudantes.

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Falso discurso da Escola Sem Partido avança no Congresso

Para coordenador da Contee, projetos da Escola Sem Partido representam a nova Lei da Mordaça


Por João Batista da Silveira

Na terça-feira 8, o deputado Flavinho (PSC) apresentou o projeto da Escola Sem Partido (PL 7180/14) prevendo que cada sala de aula tenha um cartaz com seis deveres dos professores, entre os quais o primeiro é a proibição de que os docentes “cooptem” os estudantes para correntes políticas, ideológicas ou partidárias.

O projeto propõe, na verdade, a escola de partido único, porque proíbe o debate e a livre circulação de idéias nas salas de aula. Para muitos, trata-se de uma verdadeira “Lei da Mordaça”.

sexta-feira, 6 de julho de 2018

'Em Cuba, aprendemos o lado humano da medicina'

por Deutsche Welle — publicado 06/07/2018 00h15, última modificação 05/07/2018 16h02

Em Havana, a sergipana Sandra Glaucia da Conceição realizou o sonho de estudar medicina. Com o Mais Médicos, veio a oportunidade de retornar ao Brasil


'Fazer esse trabalho é maravilhoso. A população já me conhece. Sou médica da cidade', diz Sandra

Por Clarissa Neher

Na Unidade Básica de Saúde do centro de São Cristóvão, crianças, jovens e idosos aguardam pacientemente para serem atendidos pela médica Sandra Glaucia da Conceição. Muitos dos que esperam fazem questão de serem examinados apenas por ela, que chegou ao município sergipano em 2013 pelo programa Mais Médicos.

Desde então, Sandra, de 39 anos, trabalha na Unidade Básica de Saúde Jânio Teixeira de Jesus, numa região carente do município, o quarto a ser fundado no Brasil. Ela se formou em Cuba e morava na Argentina quando viu no Mais Médicos a oportunidade de voltar a sua terra natal.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

As dores que nos restam são as liberdades que nos faltam

A educação deve ser vista como um meio de igualdade e de ascensão social e não um lugar de reprodução de privilégios

Redação, 25 de junho de 2018


A Declaração da III Conferência Regional da Educação Superior, aprovada dia 14 de junho na Universidade Nacional de Córdoba, nos convoca “a lutar por uma mudança radical por uma sociedade mais justa, democrática, igualitária e sustentável”. O encontro celebrou um século do movimento por reforma do ensino na Argentina, em que os estudantes proclamaram que “as dores que nos restam são as liberdades que nos faltam”. Pobreza, desigualdade, exclusão, injustiça e violência social são dores que existiam à época e que continuam existindo, constataram os participantes da conferência.