domingo, 11 de abril de 2021

A histeria do mercado com o gasto público

Por Wagner de Alcântara Aragão, no site Brasil Debate:



Um dos não muitos programas de Jornalismo com jota maiúsculo na televisão brasileira, o Profissão Repórter, comandado por Caco Barcellos, iniciou a temporada 2021 e, no segundo episódio, trouxe imagens e depoimentos tristes e desesperadores sobre a miséria e a fome, que se acentuaram no Brasil.

Uma pena, porém, o ingrato horário de exibição: uma hora da madrugada de uma quarta-feira (3 de março), praticamente.

Porque aquelas cenas e histórias precisam de ser mostradas em horário nobre. Quem sabe, com audiência massiva, haja uma sensibilização e mobilização maior para o enfrentamento do problema.

AULAS ON LINE

 Durante os últimos anos vem se tornando muito comum o uso cada vez mais intenso das ferramentas para aulas via internet, que são as chamadas Aulas Online. Lembrando que Aulas Online são classificadas como Educação a Distância, mas Educação a Distância já era um termo usado para quem fazia cursos via correios ou mesmo pela televisão e isso antes da existência da Internet. Aulas Online são educação a distância, mas cursos a distância nem sempre são aulas online.


Antes da pandemia, já existia uma preocupação por parte das secretarias de educação em capacitar os professores com as novas tecnologias que iam surgindo.

As dificuldades são as mais variadas possíveis. Vão desde falta de equipamento por parte dos professores, alunos  e da própria secretaria. Com o surgimento da pandemia se percebeu que esses problemas são mais graves do que se imaginava.

segunda-feira, 29 de março de 2021

Os quatro erros pedagógicos do ensino remoto

  Vendido como a “educação do futuro”, emprega modelo do século XIX, baseado no despejo frenético de conteúdo. Uma tragédia em tempos de concentração reduzida e traumas familiares. Como usar ferramentas virtuais para romper atraso?

OUTRASMÍDIAS                                                ALÉM DA MERCADORIA

Publicado 25/03/2021 às 18:40 - Atualizado 25/03/2021 às 18:45


Por Rudá Ricci, no Jornalistas Livres

Rice sustentava que a educação deveria ter o foco na formação para a indústria. Daí, as disciplinas mais importantes seriam aquelas vinculadas à produção industrial: matemática, física, química, biologia e comportamento. A leitura (para o operário ler instruções) completava esta normativa. O educador taylorista, então, dividiu o número de aulas que considerava necessária para o desenvolvimento, em quatro anos do ensino “primário” pelo tempo de aula naquele momento e chegou aos 40 minutos. O módulo-aula, então, não tem relação alguma com qualquer aspecto pedagógico.

segunda-feira, 22 de março de 2021

A fascistização dá mais um passo na Educação

 Por Altamiro Borges


Apesar de Jair Bolsonaro e de seus filhotes não saberem nem onde enfiam a máscara, o projeto de fascistização segue em curso no país. Na semana passada, o ministro-pastor Milton Ribeiro indicou uma fanática militante de movimentos de extrema-direita para o cargo de coordenadora de materiais didáticos do Ministério da Educação.

Como aponta o editorial da Folha, "Sandra Ramos é adepta do Escola sem Partido, movimento de íntima associação com o bolsonarismo. A escolha se insere numa teia de disputas internas no MEC, em vitória da ala ideológica da pasta, liderada pelo secretário de Alfabetização, Carlos Nadalim".

Carlos Nadalim é discípulo do filósofo de orifícios Olavo de Carvalho, guru da famiglia Bolsonaro. Foi seu aluno e divulga as suas fake news. Ele já havia alterado o edital do Programa Nacional do Livro Didático, incluindo a retirada de menção à agenda da não violência contra a mulher. Agora, garante um carguinho para sua aliada no MEC.

A Folha ainda tem dúvida?

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

De onde vem o complexo de vira lata

Sempre que analiso os nossos livros escolares, noticiários e documentários (imprensa falada, visual e escrita) sobre o nosso continente americano, vejo que o interesse maior é quase que todo voltado para mostrar as qualidades dos Estados Unidos e a visão que eles possuem do mundo. O mesmo vale em relação aos países Europeus e agora um pouco os países ligados , pela globalização, a economia destes (Japão, as duas Coreias e por incrível que pareça a China). E como ficamos em relação a nossa história, cultura e economia dos povos que formaram e formam todo o nosso continente americano.

É preciso despertar nos estudante, o interesse pela América – continente esquecido e não estudado suficientemente nos programas escolares, os quais têm preferido abordar os antigos centros de civilização (Egito, Mesopotâmia, Grécia, Roma e outros), não considerando que os povos pré-colombianos também construíram brilhantes civilizações, mas que foram destruídas, escravizadas e oprimidas em grande parte pelos conquistadores e ainda, infelizmente, continuam sendo pelos “novos conquistadores”.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

As informações nos livros didáticos VIII

  O Centro do mundo


O Equador divide a Terra em dois Hemisférios: o do Norte e do Sul, mas temos a linha imaginária  Meridiano de Greenwich que divide a Terra em dois Hemisférios, só que em Hemisfério Oriental que fica a leste do meridiano e o Hemisfério Ocidental que fica a oeste.