domingo, 7 de abril de 2013

MUDANÇAS NO ENSINO

Recentemente foi assinado o Pacto Nacional pela Alfaetização na Idade Certa – onde o compromisso é de alfabetizar todas as crianças até no máximo oito a-nos de idade.

Essa estratégia e investimento na educação poderá ser um passo para o problema da
desigualdade social e falta de oportunidades aos cidadãos brasileiros?

Mais do que alterações dos currículos, programas e planos de ensino nas escolas, é necessário um estudo profundo, especial izado, sério e que avalie o que não está adequado no processo de aprendizagem. A cada gestão e mudanças pelos quais tem passado o sistema educacional, os resultados têm sido drásticos e aquém do esperado, promovendo cada vez mais o caos na educação, agravados pela falta de conhecimento e má formação dos docentes.

Se houver verdadeiro compromisso de:

- cooperação dos envolvidos, bem como dos órgãos competentes em fiscalizar, com imparcialidade, as instituições de ensino, independente do nível social e de acordo com as necessidades de cada uma.
- gerenciamento de recursos financeiros por agentes honestos e transparentes, com administradores que ajam sem corporativismo.
- professores eficazes,engajados,que cumpram rigorosamente o que for implantado nesse projeto.
- recursos humanos gabaritados para opinar e sugerir, como responsáveis e especialistas do ensino,nas decisões a serem tomadas no que se referir a quaisquer mudanças no ensino.
- investimento na capacitação dos envolvidos para que metas estabelecidas possam ser almejadas.
- selecionar e avaliar profissionais especializados.

Esse pacto, aplicado com seriedade, ao prazo de alguns anos, poderá ter os primeiros resultados positivos.

Diante do quadro atual, visto a corrupção e desvio de verbas que se expandiu no sistema político educacional, faz-se necessário, identificar a idoneidade de cada um, fiscalizar as universidades que vem formando pedagogos que seguem rumo às salas de aulas sem a devida qualificação tornando o ensino cada vez mais deficiente.

Paralelamente a todos esses déficits, estão os problemas sociais da família e comunidades a que cada uma pertence. É importante desenvolver um plano que atraia e insira os pais das crianças, tanto da periferia como os de classe social mais alta,que por inúmeros motivos, não interagem com seus filhos, para mostrar-lhes a
importância de sua participação no desenvolvimento intelectual da criança.

O papel da escola é alfabetizar e dar continuidade à educação dada em casa e os pais não podem transferir o que é de sua responsabilidade a outrem.

Professores atualizados e comprometidos,serão respeitados,terão melhores condições para atuarem junto às dificuldades de seus alunos e detectar o que impacta o desempenho escolar de cada um. Através desse trabalho, futuramente, possibilitarão
a todas as crianças condições de igualdade.

Se esse pacto for cumprido sem esmorecimentos, bem como, outras intervenções que se fizerem necessárias ao longo dos anos e com muitos esforços, haveremos de ter a reconstrução da educação.

Genha Auga – Jornalista MTB 15320 

Texto copiado do JORANAL GAZETA VALAPARAIBANA

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