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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Anel digital lê livros para deficientes visuais

O anel foi desenvolvido por pesquisadores do Media Lab do MIT, além da ler em voz alta, ele é capaz de traduzir textos

Imagem do FingerReader em funcionamento
São Paulo – Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachussets, o MIT, criaram um anel que lê textos para deficientes visuais. O dispositivo deve ser de grande valia na ausência de material escrito em braile.

Chamado de FingerReader (Dedo Leitor), o anel deve ser usado de maneira que sua câmera fique virada para o papel. Ele percebe a movimentação do dedo e escaneia todo o espaço por onde o dedo se mover. A análise é feita em tempo real. Assim que o anel lê uma palavra, ela é anunciada em voz alta.

O aparelho ainda é um protótipo. A voz que faz a leitura não é muito fluida e o FingerReader em si é um pouco grande demais. Mas para uma primeira versão, ele está em um nível bem avançado. O dispositivo, muito inovador, entra na categoria de computação vestível.

O anel ainda auxilia o usuário com vibrações. Quando percebe que o final de uma linha está se aproximando ou quando o usuários começa a sair da linha, ele emite pequenas vibrações para avisar.

Segundo os pesquisadores do Media Lab do MIT, ele também funciona para a realização de traduções de textos.

Veja o vídeo do FingerReader abaixo:



Texto original : Exame Abril    Em nova janela

Texto replicado: PROINESP

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

CPqD lança app que ‘fala’ o que está na tela do celular a deficientes visuais

Principal ferramenta do aplicativo CPqD Alcance é o aviso sonoro. Outra função é a leitura de texto e lembretes de voz para o despertador.
CPqD lança app Alcance que, por meio de avisos sonoros,
informa a  deficientes visuais o que é exibido na tela de
 smartphones. (Foto: Divulgação/Google) 
O Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) lançou nesta terça-feira (3) o aplicativo CPqD Alcance, que facilita o uso de smartphones que rodam Android para pessoas que tenham algum tipo de deficiência visual.

Uma das ferramentas do app responsáveis por isso é o aviso sonoro para que os usuários saibam o que é exibido na tela dos aparelhos.

O app é voltado especificamente para celulares inteligentes que tenham telas sensíveis ao toque. O que ele faz é criar uma nova interface para facilitar a localização das funções em celulares como esse.

O CPqD Alcance divide a tela em seis áreas (atendimento de chamadas, configurações, envio de mensagens etc).

Quando o usuário pousa o dedo sobre o ícone, é informado por um aviso sonoro qual função selecionou. Para escolher um serviço, deve dar um duplo toque.

Outras funções do app são o despertador com lembrete de voz, sistema de localização facilitado e ajuda no deslocamento, além do tocador de música e do leitor de texto.

O aplicativo foi desenvolvido pelo Projeto VozMóvel, desenvolvido pelo CPqD e Centro de Prevenção à Cegueira (CPC), de Americana, no interior de São Paulo.

Para aperfeiçoar o app, deficientes visuais já testaram sua usabilidade. Segundo o CPqD, o aspecto mais importante trazido pelo app foi a autonomia em relação ao uso do smartphone, pois dispensam a ajuda de alguém.

Texto retirado na página do G1, neste endereço:
http://g1.globo.com/tecnologia/tem-um-aplicativo/noticia/2013/12/cpqd-lanca-app-que-fala-o-que-esta-na-tela-do-celular-deficientes-visuais.html


Texto replicado deste endereço: PROINESP

segunda-feira, 23 de julho de 2012

INCLUSÃO DIGITAL


A inclusão digital é um assunto muito comentado nos meios de comunicação, e vem sendo discutido no cenário político, fazendo com que ações, projetos e programas sociais sejam elaborados e implantados em diversos países no mundo. Ao longo da história, novas tecnologias têm tido o poder de influenciar o comportamento da sociedade, assim como os telefones, o rádio, a televisão, e agora, com um pouco mais de 1 década, a internet.

A nova era que vivemos, a era da informação, possibilita a nós o uso de diversas soluções digitais eficazes que beneficiam muito o nosso dia-a-dia. Porém, milhões de pessoas são classificadas como excluídos digital, não obtendo acesso às redes de comunicação interativas através de computadores conectados à internet.


A Exclusão Digital


Para termos uma idéia dos que são excluídos digitais, podemos fazer perguntas tais como: “Num país como o Brasil, quantos domicílios têm acesso a um computador com linha telefônica disponível para acesso a internet?”. Recentemente, segundo o Mapa de Exclusão Digital divulgado no início de Abril/2003 pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-RJ), juntamente com outras entidades, aproximadamente 12,46% dos brasileiros têm computador em suas residências e pouco mais de 8,31% encontram-se conectados à Internet.

A exclusão digital reflete na sociedade trazendo consequências culturais, sociais e econômicas, visto que a distribuição desigual da tecnologia, acesso à computadores conectados a internet beneficia apenas um determinado número de pessoas. 

“Três pilares formam um tripé fundamental para que a inclusão digital aconteça: TIC’s, renda e 
educação”. (Silva Filho, Antônio Mendes de).


A Inclusão Digital


A inclusão digital basicamente é a iniciativa de fazer com que a sociedade obtenha conhecimento mínimo para utilizar os recursos da tecnologia da informação e de comunicação (TIC), bem como ter e utilizar os recursos físicos, tais como os computadores com acesso à internet.


Muitas iniciativas foram tomadas, dentre uma delas, o governo tomou a iniciativa de  disponibilizar laboratórios de informática nas escolas brasileiras e o acesso à internet com banda larga. Embora o aumento de computadores nas escolas públicas no Brasil venha aumentando a cada ano, a pesquisadora Neide de Aquino Noffs, da Faculdade de Educação da PUC-SP diz que a inclusão digital nas escolas da rede pública ainda não é uma realidade. "O laboratório de informática existe, mas não é usado com freqüência. Não é uma atividade rotineira para os alunos; não é como a biblioteca, que fica aberta o tempo todo", afirma Noffs.

Editado por: Filipe de Sousa

Publicado na Gazeta Valeparaibana de Julho 2012-07-01
http://www.gazetavaleparaibana.com/056.pdf