Por Antônio Carlos Vieira
Esta semana ocorreu o encontro do PNE (Plano Nacional de Educação) no Iate Clube de Aracaju (Palestras) e as oficinas com seus respectivos assuntos em várias Instituições espalhadas pela Cidade de Aracaju. No primeiro dia ocorreram palestras e discutidos temas importantes referentes a carreira do professor e de toda a Estrutura Educacional, passando pela parte do financiamento da mesma. No segundo dia ocorrem as oficinas separadas por temas de interessa do sistema Educacional.
No primeiro dia do evento, com comparecimento acima de duas mil pessoas mas, apesar deste alto comparecimento, dava para se perceber que a grande maioria (principalmente a parte do fundo do auditório) estavam mais preocupados com assuntos paralelos (muita gente conversando). Tanto é que alguns temas, que eu considero graves, foram colocados e passaram despercebidos pela grande maioria dos presente, entre eles: julgamentos da Constitucionalidade do Piso Nacional do Professor, distribuição e ordenação das despesas da União (mostrando a parte que cabe a educação) e o problema do Estado se posicionar em não ter dinheiro em caixa para reajustar o atual salários dos professores.
Esta semana ocorreu o encontro do PNE (Plano Nacional de Educação) no Iate Clube de Aracaju (Palestras) e as oficinas com seus respectivos assuntos em várias Instituições espalhadas pela Cidade de Aracaju. No primeiro dia ocorreram palestras e discutidos temas importantes referentes a carreira do professor e de toda a Estrutura Educacional, passando pela parte do financiamento da mesma. No segundo dia ocorrem as oficinas separadas por temas de interessa do sistema Educacional.
No primeiro dia do evento, com comparecimento acima de duas mil pessoas mas, apesar deste alto comparecimento, dava para se perceber que a grande maioria (principalmente a parte do fundo do auditório) estavam mais preocupados com assuntos paralelos (muita gente conversando). Tanto é que alguns temas, que eu considero graves, foram colocados e passaram despercebidos pela grande maioria dos presente, entre eles: julgamentos da Constitucionalidade do Piso Nacional do Professor, distribuição e ordenação das despesas da União (mostrando a parte que cabe a educação) e o problema do Estado se posicionar em não ter dinheiro em caixa para reajustar o atual salários dos professores.
No segundo dia ocorreram as oficinas que correspondem propriamente a discussão, planejamento e elaboração do PNE, A frequência já não foi tão grande assim, principalmente na pate da tarde.
Eu ainda estou pensativo de como numa exposição de um dos apresentadores foi dito perante uma multidão de professores dos problemas que iremos enfrentar em relação ao salário (é a parte pela qual os professores mais reclamam), correndo o risco até de se retirar a Lei do Piso Nacional do Professor, tem o problema que neste ano o piso ainda não foi reajustado e não houve nenhuma reação e demonstração de descontentamento. É como tudo estivesse as mil maravilhas. Inclusive, um dos palestrante deixou bem claro que o aumento da Taxas de Juros, pelo Banco Central, "para diminuir a inflação)", provoca uma transferência enorme de dinheiro dos contribuinte para as mãos do banqueiros e é justamente na parte que cabe a educação que se retira o dinheiro para pagar esses juros!!!
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